Home Data de criação : 09/03/09 Última atualização : 11/10/17 11:16 / 27 Artigos publicados

25 de março temditudo

Florêncio de Abreu - Pague e Pesque  (25 de março temditudo) escrito em sexta 03 abril 2009 07:11

 

 

                  História de pescador: pacu no laço

 

Fui num pesqueiro na cidade de Congonhal - Sul de Minas,
levando comigo um amigo que estava pela primeira vez.
Rapidamente, com tudo pronto, era só esperar. E, foi rápido, a linha esticou
e dei aquela fisgada, e fui trabalhando até que retirei um pacu, de cerca de
1kg. Assustado meu amigo me alertou que o peixe não estava fisgado.
Realmente, ao levantar a linha com io peixe percebi que o anzol estava
livre, leve e solto, sendo que a linha havia passado pelas guelras do peixe
e envolta do rabo, voltando à cabeça. Eu havia laçado aquele pacu!!!!!!

Gentileza: Henrique Laraia EMail: henrique@overnet.com.br

Florêncio de Abreu - a rua do Pague e Pesque !

Não é mentira: na R. Florêncio de Abreu, trecho compreendido entre a Av Senador Queiroz e a Rua Paula Souza, concentram-se as melhores lojas de artigos de pesca do Brasil. Quem quer ir para uma pescaria com algum equipamento diferente de uma velha vara de bambu e a latinha de leite condensado cheia de terra e minhocas para isca pode encontrar por lá todos os apetrechos tanto para a pesca esportiva em alto mar como para a pesca de girinos no córrego do sítio. Tudo em artigos e acessórios de pesca esportiva e pofissional, mergulho, vela, náutica, caça submarina e campismo.

Algumas dicas são permanentes. Para qualquer tipo de pescaria, o mais importante é que a pessoa equilibre o equipamento, ou seja, adapte o material a ser utilizado com o tipo de peixe desejado. A pescaria em si é muito vasta. Desde a variedade de peixes, ao equipamento utilizado e também ao ambiente onde ela é realizada. Tudo depende do tipo de peixe que a pessoa quer pescar. É importante, na hora da aquisição, que o futuro usuário seja devidamente orientado para a compra de um equipamento de qualidade e que seja balanceado para o tipo de pescaria que ele deseja fazer.  É também durante a pesquisa de materiais e preços e no ato da aquisição que o futuro pescador deve pedir todo o auxílio possível, a fim de acumular conhecimentos sobre o uso dos equipamentos para tornar a pesca mais prazerosa e gratificante.

A utilização de iscas naturais ou artificiais é um outro capítulo à parte. De acordo com Maciel, depois de algum tempo usando iscas naturais, os pescadores, sentindo-se mais conhecedores do esporte, aderem à utilização das iscas artificiais, que podem ser pequenos objetos de madeira, plástico, metal e outros. O importante é saber o hábito alimentar das espécies para escolher a isca.

Glossário para leigos
Para os inexperientes na arte da pesca, algumas palavras e expressões podem parecer estranhas. Pensando nisso, segue abaixo alguns “verbetes”, com seus respectivos significados:
• chicote – linha principal na qual se colocam os anzóis atados com pedaçoes de linha de náilon, a chumbada, o snap e um girador (para o caso de pesca com molinete).
• chumbada – fragmento de chumbo (ou pedra) preso à rede ou à linha de pescar. Conserva a linha esticada, o que ajuda o pescador a perceber “fisgadas” na linha.

• corrupto – tipo de crustáceo decápode (que tem dez pés, patas ou outro membro do sistema locomotor). Alguns tipos medem poucos centímetros, enquanto outras espécies que habitam lagoas formadas por corais chegam a alcançar 30 cm.

• girador – também chamados de destorcedor, o girador tem a função de evitar a torção da linha, que pode acontecer, principalmente se o pescador estiver utilizando o molinete.

• molinete – espécie de bobina fixada no cabo de uma vara de pescar e sobre a qual se enrola a linha.

• snap – feito de aço, sua utilidade está no momento da troca da isca artificial sem precisar cortar a linha e fazer outro nó. Também é chamado de grampo.

• vara telescópica – tipo de vara que pode ser feita de carbono, fibra de vidro, ou, quando misturados esses dois materiais, de mix carbon. Cada uma delas é destinada a um tipo de pescaria. Quando o objetivo é a captura de peixes segurando a vara o tempo todo, por exemplo, recomenda-se o uso da vara de carbono. Se for possível o uso do suporte para vara, prefira as de fibra de vidro ou de mix carbon, que são mais resistentes e também flexíveis.

Alguns endereços:

Sugoi Big Fish - R. Florêncio de Abreu, 655 Fones: 3329.9005

Shigeo Pesca  - R. Florencio de Abreu, 631 Fones: 3326.0431

Casa Âncora - R. Florêncio de Abreu, 653 Fones: 3326.7676 / 3312.0384 

O Elefante Esportivo - R. Florêncio de Abreu, 613  Fones: 3327.5003 / 3329.2326

Mabel Caça e Pesca - R. Florencio de Abreu, 656 Fones: 3228.1244

 

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Mercado Municipal de São Paulo - o mercadão  (25 de março temditudo) escrito em terça 31 março 2009 11:20

Mercado Municipal

o mercadão paulistano

 

Um dos mais imponentes cartões-postais de São Paulo, o Mercado Municipal Paulistano - mais conhecido como Mercadão - é o retrato de uma época imponente da Metrópole do Café, como a cidade começou a ficar conhecida. Projetado no inicio do século XX, 1924, pelo arquiteto Francisco Ramos de Azevedo, o Mercadão veio substituir o velho mercado da rua 25 de Marco.

 

mercado-municipal-vidro-gr.jpg


Possui uma arquitetura maravilhosa, e após sua reforma, transformou-se num espaço muitissímo bem cuidado e ótima opção para se adquirir aqueles ingredientes valiosos para um prato especial, valendo a fama que já detem de “point paulistano da gastronomia”. Azeites, azeitonas, conservas, bacalhau, frutas secas e cristalizadas, feijoada, frios, queijos, vinhos, condimentos de todas as procedências, se vc não encontrar aqui, dificilmente encontrará em outro lugar.

Como parte do movimento pela revitalização do centro e financiamento do BID (Banco Mundial) e da Prefeitura, um novo projeto de reforma, desta vez assinado pelo arquiteto Pedro Paulo de Mello Saraiva, tornou o Mercado mais acolhedor e versátil. O prédio ganhou um piso mezanino de dois mil metros, com cinco restaurantes típicos de várias cozinhas, como a árabe, a japonesa e o famoso Hocca Bar - e seu pastel de bacalhau, além de um Mercado Gourmet, cozinha onde os visitantes do mercado poderão fazer degustação, além de frequentar cursos de culinária.

 

O antigo salão de Leilões do Mercado Municipal foi totalmente restaurado, tornando-se um amplo espaço destinado a exposições e eventos. No subsolo há banheiros, fraldários e vestiário, para melhor acesso de visitantes e funcionários a esses serviços.

Com 12.600m2 de área construída, 1.600 funcionários, que movimentam 350 toneladas de alimentos por dia em seus 291 boxes e 14 mil visitantes, o Mercado Municipal de São Paulo é uma referência nacional pela diversidade de aromas, cores e sabores dos temperos, queijos, frutas, verduras, legumes, vinhos, chocolates, carnes, peixes encontrados nos empórios e boxes. Famoso também pelo sanduíche de mortadela o Mercado é uma visita imperdível para paulistas e turistas. 

É um dos lugares mais charmoso do centro da cidade - NÃO DEIXE DE CONHECER!!! 

Horário: de segunda a sábado, das 5h às 16h - domingos das 8 às 16 hs
Rua da Cantareira, 306, próximo à Rua 25 de Março e ao Metrô São Bento
tel. 3228-0673
Site:
www.mercadomunicipal.com.br

 

 

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R Barão de Paranapiacaba - tudo que reluz é ouro  (25 de março temditudo) escrito em quinta 19 março 2009 18:20

 

A Rua Barão de Paranapiacaba, no centro de São Paulo, é conhecida como a rua das jóias, maior centro de venda de jóias, prata, folheados, ouro e prestação de serviços deste segmento.


O local é ponto de referência para quem procura tudo relacionado à joalheria. A rua é bem curta, mas abrigam prédios inteiros todos voltados para este segmento. Num trecho de 200 metros,  entre a Praça da Sé e a Quintino Bocaiúva,  ficam mais de 130 empresários: são ourives, fabricantes de jóias e revendedores de produtos, como uma loja de fornituras - aquelas peças para relojoeiros, engrenagens, fechos, assim como peças para conserto de jóias e óculos.

 

 

A variedade é grande. Desde as ferramentas mais simples - como limas, martelos, alicates, lupas e maçaricos - até uma bancada de trabalho, que completa chega a custar R$ 3,5 mil.  Não estranhe se para adentrar à alguns locais, tiver que passar por vários portões, grades e sistemas de segurança, como o Maxwell Smart o Agente 86.

 

 

Nos vários edifícios de estilo clássico pode-se encontrar desde peças compradas por centavos, até verdadeiras obras de arte feitas de ouro e pedras preciosas, em que se pode adquirir a gema e encomendar a lapidação, assim como desenvolver seu próprio design. 

 

 

A tradição da Rua Barão de Paranapiacaba extrapola os limites da própria cidade de São Paulo, e, são inúmeros os relatos de ourives e especialistas que trabalham praticamente só para clientes de outras cidades, estados e até países, pois a qualidade do trabalho desenvolvido por estes profissionais é inigualável

 

A venda destes produtos exige conhecimento. Por isso, os funcionários são especializados. O cliente não vem só para comprar, mas, também para ter um suporte técnico. Os clientes aprovam essa atenção.

 

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Para toda ferramenta que você precisar comprar, será dada uma explicação do começo ao fim sobre como usá-la de um modo adequado. A qualidade é fundamental, tanto dos produtos como do atendimento.

 

 

 

EMBALAGENS VALORIZAM AS PEÇAS

 

Além das jóias, também podem ser encontradas embalagens nos mais diversos materiais, formatos e aplicações. São caixas, maletas e pastas com diferentes modelos e que seguem a tendência do mercado. Dão um toque sofisticado valorizando ainda mais as peças.  O trabalho é minucioso e exige mão de obra especializada.

 

Os preços das caixas variam de R$ 13 a R$ 45, mas existem estojos diferenciados que chegam a custar mais de R$ 200,00 dependendo do tamanho. Os empresários divulgam os produtos em feiras do setor, num investimento de R$ 10 mil por mês.

 

 

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R Paula Souza - programa do prato cheio  (25 de março temditudo) escrito em terça 17 março 2009 15:58

Especialidade: utensílios de cozinha

 

Nos anos 50, a Paula Souza, no centro, concentrava vários armazéns de secos e molhados, que abasteciam os empórios do interior. Hoje, o perfil mudou, e o comércio especializou-se em equipamentos e utensílios para copa e cozinha. Entre as ruas Florêncio de Abreu e Cantareira, é possível comprar desde uma colher de pau até fogões e geladeiras industriais.

Mas a Paula Souza nem sempre foi a rua dos equipamentos para bares e restaurante. Antes disso, há uns 50 anos, aproximadamente, concentrava alguns dos mais importantes nomes do comércio de alimentos da capital paulista. Lá estavam instalados o Dias Martins, Veríssimo, Gonçalves Sé, as lojas Pastorinho, Atacadão, Comercial Gentil Moreira, além de grandes frigoríficos como os da Sadia e da Seara, especializados no comércio atacadista de alimentos.

 

Com o passar do tempo, esta gente foi deixando a rua e nos anos 70 o comércio local já tinha outra característica, a do pequeno comércio que vendia um pouco de tudo: plástico, utilidades domésticas, bugigangas, utensílios de cozinha, que se tornou a especialidade da rua.

Os principais clientes das mais de 40 lojas da rua são os estabelecimentos de hotéis, bares e restaurantes. Ideal para quem quer montar o seu restaurante ou outro tipo de comércio de venda de alimentos.  Ali, encontram-se em profusão fogões, fornos e geladeiras industriais, capas para cardápios. Na rua Paula Souza encontra-se de tudo, desde um simples garfo até equipamentos industriais. E também automação comercial, como softwares para caixas registradoras e terminais de consulta.

Entre os produtos mais vendido estão talheres e panelas de inox, peças de porcelana e de vidro. Fogões industriais, equipamentos de refrigeração e balcões também são campeões de venda. A alta do dólar não afetou os preços ainda, de acordo com as lojas. A maioria dos balcões, estufas e maquinários de refrigeração que vendem, são de fabricação nacional e não sofreram influência do câmbio internacional.

 

Mas quem procura objetos para a casa também sai satisfeito. Se tem aspirações a mestre-cuca, então, os olhos brilham. Muitos consumidores que visitam a 25 de Março passam pela Paula Souza, antes ou depois das suas compras de bugigangas e miudezas. Onde mais se compraria um porta-guardanapos daqueles de bar em tons inusitados como vermelho ou verde por menos de 5 reais? Ou um espremedor de batata colorido por cerca de 10 reais? Isso sem falar em panelas gigantes, frigideiras, máquinas de fazer macarrão e toda sorte de bugiganga gourmet. 

Se o seu objetivo é abastecer o lar, também poderá encontrar louças a preços bem baratos. Porém, é preciso comprar em quantidade, pois a maioria dos estabelecimentos vende somente no atacado. No local, também podem ser encontradas as principais importadoras de alimentos finos e bebidas. (adivinhem quem envia lá um assessor especialmente para abastecer sua adega!!!)

 

 

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Galeria Pagé programa de índio  (25 de março temditudo) escrito em terça 10 março 2009 09:55

Poderíamos iniciar a matéria nos mesmos moldes da do Shopping 25, a variedade, a pechincha, o aperto, a bagunça. Diferem em muito pouca coisa, onde o predomínio dos lojistas passa a ser de árabes, e os boxes se distribuem em `bandejas`, ou seja, cada box ainda é compartilhado por pequenos balcões.  Inicialmente um reduto de sírios e libaneses, hoje também conta com os mesmos asiáticos e orientais, principalmente os chineses. Ali se instalou uma verdadeira torre de babel, onde um comerciante árabe discute com outro sobre o dólar do dia, as notícias do golfo, e outra lojista chinesa carrega um bebê embrulhado num canguru enquanto palita sua cumbuca de macarrão.

 

 

 

A Galeria Pagé oferece mais de 300 lojas distribuidas em 7 andares. Se você for um comprador de atacado, até justifica enfrentar o tumulto diário qualquer que seja o horário (desde as 7 da manhã já tem gente se acotovelando). Agora, se o que você quer é comprar apenas uma peça, é mais sensato comprar no Shopping 25. A Pagé está mais para os moldes do Paraguay, de Ciudad del Este, o atropelo é impagável.

 

o que comprar

principalmente produtos eletroeletrônicos e de informática, áudio e vídeo, perfumes e bebidas importadas, jóias e chapeados. Embora vendam no varejo, mas a prioridade é atender a atacadistas.

- onde comprar 

a Galeria Pagé tem duas entradas: pela Comendador Alfonso Kherlakian e pela Rua Barão de Duprat.

- como chegar até lá

de preferência utilize o metrô, desça na estação São Bento e tome a saída da Ladeira Porto Geral até a Rua Barão de Duprat.  

- o que tem no seu em torno

o Shopping Oriental logo ao lado, as lojas de alto atacado da Rua Barão de Duprat, o Mercado Municipal do outro lado da rua, as lojas de embalagem da Rua da Cantareira.

- que formas de pagamento são aceitas

a maioria das lojas aceitam cartões, mas o preço difere para pagamento no papel-moeda. E como o forte é a quantidade e não a qualidade, quanto mais você negociar, mais vc consegue baixar o preço unitário. E se vc tirar um bolo de notas, aí sim o lojista vai melhorar seu atendimento e atenção.

- como levar/despachar sua compra

como o foco ali é o atacado, vc terá que contar com o seu ajudante pessoal.

 

- como voltar são e salvo

da mesma forma, a segurança é fundamental. O que mais tem lá é mão-leve e gatunos. Um mínimo de descuido, um esbarrão, e vc já ficou sem a carteira.  É bom que seu ajudante também atue como guarda pessoal e vigilante particular.

 

 

 

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